No mesmo dia, em suas redes sociais, o jornalista afirmou: “O que dizer de uma emissora que hoje, no auge desse escândalo do Banco Master, tem um marido de uma das donas da emissora envolvido nesse escândalo, num envolvimento com Daniel Vorcaro, envolvendo garotas de programa, traição, orgia, dinheiro, e nada disso é falado nessa emissora” (…)
Na queixa-crime em que acusava Bocardi de difamação, Faria afirmou que havia sofrido ofensas despropositadas e que não era alvo de nenhum procedimento investigatório relacionado ao Banco Master.
Segundo ele, o jornalista havia ultrapassado “todos os limites da garantia constitucional que assegura a livre manifestação do pensamento”, causando-lhe “inequívoco dano pessoal e familiar”.
No último dia 23 de setembro, Faria voltou a procurar a Justiça afirmando ter havido um acordo entre as partes e que renunciava ao direito de queixa.
Ele anexou à petição um documento assinado por Bocardi segundo o qual o jornalista “esclareceu que as declarações foram interpretadas de forma equivocada e que não atribuiu ao senhor Fábio Salustino Mesquita de Faria o envolvimento direto com garotas de programa, traição e orgia”.
As declarações, disse Bocardi no documento, teriam sido “verbalizadas exclusivamente no contexto dos fatos do Banco Master”.
noticia por : UOL