Trump apoia proibição da exportação de diesel conforme preços dos combustíveis atingem níveis recordes

Hinson e Rogers também pediram, na segunda-feira, o fim imediato da guerra no Irã, distanciando-se de Trump.

O Departamento de Agricultura dos EUA instou, na semana passada, a Casa Branca a tomar medidas em relação aos preços do diesel, segundo duas fontes a par do assunto. A secretária de Agricultura, Brooke Rollins, disse na segunda-feira que havia conversado com Trump sobre o assunto, classificando os preços altos como “uma preocupação real”, segundo o Politico.

AUTORIDADES DO ‌SETOR DE ENERGIA ALERTAM PARA OS RISCOS

O apoio de Trump à proibição da exportação de diesel o coloca em desacordo com suas próprias autoridades do setor de energia, que alertam que isso poderia elevar os preços dos combustíveis nas regiões costeiras ​e reduzir o abastecimento para os aliados europeus.

O secretário de Energia, Chris Wright, disse em um evento do Daily Caller na semana passada que uma proibição levaria a um excesso de diesel na Costa do ‌Golfo dos EUA e levaria as refinarias norte-americanas a reduzir as taxas de produção, o que diminuiria rapidamente a produção de gasolina. “Se você começar a impor barreiras aos fluxos, rapidamente reduzirá a produção e terá menos oferta. Precisamos de mais oferta, não de ‌menos”, disse Wright.

Doug Burgum, secretário do Interior dos EUA, ‌disse que é improvável que uma proibição reduza os preços do petróleo e que isso poderia levar a medidas retaliatórias por parte dos países exportadores de energia, dos quais Estados como a ⁠Califórnia dependem para parte de seu abastecimento energético.

noticia por : UOL

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