A presença digital de crianças e jovens que atuam como pastores em igrejas pentecostais chamou a atenção de especialistas e autoridades nos últimos meses. Além de admiradores, os pregadores mirins —e as igrejas— receberam críticas, mensagens de deboche e ataques. Os casos geraram ainda alertas sobre adultização e exploração dos menores.
O tema é discutido no documentário “A Voz de Deus”, dirigido por Miguel Antunes Ramos. O filme acompanha, por cinco anos, a vida de Daniel Pentecoste e João Vitor Ota: o primeiro hoje lida com o fim da visibilidade e constrói outra relação com a religião; e o segundo vive hoje momentos de projeção.
O episódio desta quinta-feira (16) fala do fenômeno dos pastores mirins e discute o que a pregação na infância significa para as crianças e as comunidades religiosas. O hoje professor de música Daniel Pentecoste relata a experiência dele e conta o peso que ela teve. E Magali Cunha, pesquisadora do Instituto de Estudos da Religião, analisa por que esse é um fenômeno mais evangélico e discute o papel da religião na infância.
O programa de áudio é publicado no Spotify, serviço de streaming parceiro da Folha na iniciativa e que é especializado em música, podcast e vídeo. É possível ouvir o episódio clicando acima. Para acessar no aplicativo, basta se cadastrar gratuitamente.
O Café da Manhã é publicado de segunda a sexta-feira, sempre no começo do dia. O episódio é apresentado pelos jornalistas Magê Flores e Gustavo Simon, com produção de Gustavo Luiz e Jéssica Cruz. A edição de som é de Raphael Concli e Thomé Granemann.
noticia por : UOL
