Uma acusação anterior, anunciada em março de 2018, havia indiciado nove dos 17 por uma campanha de invasão que teve como alvo o Departamento do Trabalho dos EUA, as Nações Unidas e redes de computadores no Havaí e em Indiana.
Representantes do governo iraniano nas Nações Unidas em Nova York não responderam imediatamente a um pedido de comentário. As informações de contato do Instituto Mabna não estavam imediatamente disponíveis.
“As acusações anunciadas hoje revelam a rede mais ampla supostamente por trás de uma campanha abrangente, patrocinada pelo Estado, para roubar pesquisas e propriedade intelectual de universidades, empresas e instituições governamentais norte-americanas”, afirmou Jamie McDonald, procurador federal do Distrito Sul de Nova York, no comunicado.
O programa “Recompensas pela Justiça” do Departamento de Estado dos EUA anunciou hoje uma recompensa de US$ 10 milhões por informações que levem à localização de várias das pessoas incluídas nas acusações divulgadas hoje.
De acordo com o comunicado divulgado pelo Departamento de Justiça (DOJ, na sigla em inglês), o Instituto Mabna atuou pelo menos desde 2013 e até 2017 e teve como alvo mais de 100 mil contas de professores em todo o mundo, incluindo a invasão bem-sucedida de cerca de 8 mil contas de email de professores em 144 universidades sediadas nos EUA e 178 universidades em outros países.
noticia por : UOL