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Após derrota de Flávio, Tarcísio e Michelle ganham força na direita

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Após derrota de Flávio, Tarcísio e Michelle ganham força na direita

Além de enfraquecer Flávio, a derrota do filho 01 do ex-presidente tira pontos do próprio Jair Bolsonaro (PL), que bancou a escolha do herdeiro. A maioria dos aliados do bolsonarismo preferia o nome de Tarcísio para a disputa.

Agora, o governador paulista tem quatro anos para preparar o caminho para unificar a direita em volta de seu nome. A seu favor, teve uma vitória folgada no estado de São Paulo, com 62,65% dos votos.

Tarcísio derrotou novamente Fernando Haddad (PT), desta vez sem precisar de segundo turno. Sua coligação reuniu, além de Republicanos e PL, partidos como PSD, MDB, União Brasil e PP, uma composição que pode servir de ponto de partida para uma articulação nacional.

Ex-ministro da Infraestrutura de Bolsonaro, o governador tem na trajetória na área e na agenda de privatizações uma vitrine para apresentar ao eleitorado. Em seu primeiro mandato em São Paulo, concluiu a privatização da Sabesp, em julho de 2024, uma das principais promessas de sua campanha.

Embora esperasse ser o escolhido de Bolsonaro para a disputa à presidência neste ano, Tarcísio respeitou a decisão de seu padrinho político. No segundo turno, ao contrário do que se especulou, entrou de cabeça na campanha de Flávio. Com isso, mais uma vez demonstrou fidelidade a Bolsonaro e pode usar isso como trunfo também.

Na véspera da votação, o governador percorreu Minas Gerais e Rio de Janeiro ao lado do candidato. Neste domingo (25), disse que ajudaria Flávio a ser um “grande presidente da República”.

noticia por : UOL

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