Outro lado
A coluna tenta contato com a Amprev e com Alcolumbre, e o texto será atualizado.
Em novembro, a Amprev afirmou ao Estadão que todas as aplicações realizadas observaram rigorosamente as normas do sistema financeiro nacional e seguiram a política de investimentos do regime próprio de previdência social.
Já o presidente do Senado disse ao jornal, na época, que “não possui qualquer participação, influência ou atribuição em nomeações, decisões administrativas ou escolhas de investimento da Amapá Previdência”.
A investigação
Esse é mais um desdobramento do caso Master em estados. Nesta semana, o ex-presidente da Rioprevidência, Deivis Marcon, foi preso na investigação sobre aportes de cerca de R$ 1 bilhão no Master.
noticia por : UOL
