PF mira Amapá Previdência por aporte de R$ 400 milhões no Master

Outro lado

A coluna tenta contato com a Amprev e com Alcolumbre, e o texto será atualizado.

Em novembro, a Amprev afirmou ao Estadão que todas as aplicações realizadas observaram rigorosamente as normas do sistema financeiro nacional e seguiram a política de investimentos do regime próprio de previdência social.

Já o presidente do Senado disse ao jornal, na época, que “não possui qualquer participação, influência ou atribuição em nomeações, decisões administrativas ou escolhas de investimento da Amapá Previdência”.

A investigação

Esse é mais um desdobramento do caso Master em estados. Nesta semana, o ex-presidente da Rioprevidência, Deivis Marcon, foi preso na investigação sobre aportes de cerca de R$ 1 bilhão no Master.

noticia por : UOL

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