Naquele mês, créditos de R$ 2,05 milhões, sendo R$ 1,05 milhão da Embrasis, entraram na conta pessoal de Willer no Magnum Bank e foram pulverizados em transferências sucessivas de R$ 100 mil para a Foggo, operadora da Blaze.
Para a PF, o caso repete um padrão de entrada de valores altos seguida de pulverização rápida, quando o dinheiro é dividido em várias transferências menores logo depois de chegar.
Da mesma conta no Magnum saíram também transferências únicas de cerca de R$ 500 mil, R$ 5 milhões, R$ 6 milhões e R$ 13 milhões. O dinheiro foi para a RioPag, que processa pagamentos de bets e pertence à Embrasis, e para outras contas do próprio Willer.
A PF suspeita que parte das empresas ligadas ao advogado não tenha atividade operacional efetiva, ou seja, seja somente de fachada.
Entre os sinais apontados estão empresas teoricamente independentes que usavam a mesma sala, tinham sites padronizados e foram abertas em datas próximas.
O relatório cita ainda a mesma diretora financeira em empresas diferentes e telefones compartilhados. Algumas não tinham estrutura física, empregados ou atividade comercial proporcional ao dinheiro que circulava.
noticia por : UOL


