Nesta sexta-feira, a atenção se voltou das exibições de defesa para o espaço.
“Na interseção de todas essas questões públicas e privadas, bem como civis, militares, científicas e industriais, o espaço se tornou, de alguma forma, um medidor de poder internacional”, disse Macron em discurso a delegados.
A Europa tem assumido a liderança na observação da Terra, mas tem lutado há anos para acompanhar os Estados Unidos e a China em um domínio agora considerado tão estratégico quanto os oceanos do planeta.
Em 2023, a Europa perdeu o acesso independente à órbita por mais de um ano devido a problemas técnicos, atrasos e o rompimento de laços com a Rússia por causa da Ucrânia, que interrompeu o uso dos foguetes Soyuz.
Apesar de a Europa ser a maior exportadora de satélites do mundo, seus dois principais fabricantes — Airbus e uma união entre a Thales e a italiana Leonardo — têm tido dificuldades para ganhar dinheiro e buscam unir essas atividades.
“Eles têm todo o nosso apoio e confiança. Quero que construamos esse novo campeão o mais rápido possível”, disse Macron. “Isso é o que nos permitirá, como europeus, ter a escala para melhorar a competitividade e o volume. É uma consolidação do setor.”
noticia por : UOL
