Filha de desafeto de Trump, promotora do caso Epstein é demitida

Julgamento do criminoso sexual Jeffrey Epstein está envolto em teorias da conspiração. Durante a campanha eleitoral, o presidente dos EUA, Donald Trump, prometeu divulgar os registros da investigação se fosse eleito.

Departamento de Justiça dos EUA e o FBI, no entanto, negaram a existência da “lista de Epstein” e confirmaram que a causa da morte do criminoso sexual foi suicídio. A suposta lista reuniria o nome de pessoas públicas relacionadas ao empresário e o próprio Trump estaria nela. Apoiadores do presidente ainda questionam se o empresário teria sido assassinado na prisão.

Enquanto pessoas alinhadas a Trump questionam revés, ele tenta se afastar do caso. Anteontem, o presidente rebateu críticas ao governo por não divulgar os arquivos relacionados ao caso: “Ele está morto há muito tempo. (…) Eu realmente não entendo qual é o interesse ou a fascinação”, disse.

Promotora seria bode expiatório

Maurene se posicionou contra a divulgação dos arquivos. A postura é considerada comum em casos sensíveis, como os que envolvem vítimas de violência sexual. O Departamento de Justiça dos EUA, inclusive, poderia tornar os registros da investigação públicos.

Promotora estaria sendo usada como bode expiatório, enquanto governo tenta superar o escândalo, segundo o New York Times. A demissão de procuradores não é comum, apesar de não ser novidade no governo Trump.

noticia por : UOL

Facebook
Twitter
WhatsApp
Email

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *