Em missa do aniversário de SP, dom Odilo pede vida boa à polulação, e Nunes chama Tarcísio de irmão

Na missa na catedral da Sé na manhã deste domingo (25), em comemoração aos 472 anos da cidade de São Paulo, o arcebispo dom Odilo Scherer pediu que governantes, legisladores e integrantes do Judiciário se esforcem para dar uma vida boa para os moradores da capital paulista.

Em entrevista à Folha, após celebrar a missa, ele pediu para que os responsáveis pela vida pública possam olhar para o município como espaço de convivência e que ninguém ficasse para trás ou esquecido.

A celebração ecumênica contou com as presenças do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), e do governador do estado, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

No início da celebração, Nunes e Tarcísio foram convidados a discursar. O prefeito chamou Tarcísio de irmão, citando obras do governo estadual nos transportes. Tarcísio se limitou a falar da história da cidade, que chamou de acolhedora.

Nunes e Tarcísio se sentaram lado a lado no primeiro banco, diante do altar, do lado das primeiras-damas Regina Carnovale Nunes e Cristiane Freitas.

O ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD), o presidente da Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo), Paulo Skaf, e secretários de Nunes também participaram.

Em sua fala na homilia, dom Odilo lembrou da história de Saulo, que se converteu ao Cristianismo e se transformou no apóstolo Paulo.

“Comemoramos a festa dessa conversão”, afirmou, sobre São Paulo, padroeiro da arquidiocese e da cidade.

No seu sermão, dom Odilo perguntou o que é preciso fazer diante da verdade, do que é justo. “Que governo devemos exercer, que educação devemos dar?”, questionou diante dos políticos.

Pouco antes da celebração na Sé, Nunes participou de um ato cívico no Pateo do Collegio, a poucos metros da catedral.

No fim do evento, o prefeito pediu mais amor pela cidade e que as pessoas joguem menos lixo nas ruas. Participaram o próprio dom Odilo, que fez uma oração com autoridades na igreja de São José, que fica no local, e representantes das forças armadas, da Polícia Militar e da Guarda Civil Metropolitana, além de secretários municipais.

noticia por : UOL

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