Bandeira da eleição, inflação de volta a subir nos EUA com tarifas de Trump

A pressão de Trump ocorria por conta de sinalizações de que, entre fevereiro e maio, a taxa de inflação havia perdido força.

Mas o Fed insistia que, por conta de tarifas contra mais de 180 países, guerra comercial com a China, barreiras ao aço e outros setores, a previsão era de que haveria uma pressão sobre os preços.

O resultado ficou evidenciado no mês de junho, ainda que grande parte do impacto poderá ser sentido com uma força ainda maior a partir de agosto. Japão e Coreia do Sul serão taxadas em 25%, México e UE em 30% e o Brasil em 50%.

Trump, durante sua campanha eleitoral, insistiu que a inflação era responsabilidade de Joe Biden e insistiu que seria ele quem derrotaria o problema que afetava de forma real a renda dos americanos.

Mas a economia americana sofreu uma contração no primeiro trimestre de 2025, numa ducha de água fria no discurso de Trump que prometeu que seu governo promoveria uma guinada no rumo do país.

Segundo o Escritório de Análise Econômica dos EUA, o PIB teve uma contração de 0,3% entre janeiro e março de 2025, muito pior que a expectativa do mercado. Trata-se da primeira queda da economia americana desde 2022 e como resultado direto da guerra comercial iniciada por Trump.

noticia por : UOL

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