Fim de sigilo do Master é parcial, e o árbitro do que vem à luz é Mendonça

O presidente do Supremo, Edson Fachin, deu sinais de atender a um pedido da esquerda e do presidente Lula mas, na prática, manteve sob a guarda de André Mendonça os aspectos mais delicados ou espinhosos do caso Master. Explica-se.

O relógio batia 22h34 de uma quinta-feira já intensa. Dia 10 de setembro de 2026. A Polícia Federal havia deflagrado a maior operação focada contra a dona da produtora do filme Dark Horse, uma cinebiografia de Jair Bolsonaro. Mas o dia, ou a noite, ainda guardava surpresa.

O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo, solicitou —e a palavra é essa “solicitou”— providências do gabinete do colega André Mendonça. Conhecidas às 23h39. Ou seja, em cerca de uma hora, Mendonça atendeu ao presidente do STF.

noticia por : UOL

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