Os números foram levantados pelo UOL junto ao TSE, às 13h30 deste domingo. Ainda pode haver alterações, mas o prazo para registro de candidaturas terminou ontem.
Lei eleitoral regula o que pode ser usado como nome de urna. Segundo a norma, “o nome indicado pelo candidato não pode estabelecer dúvida quanto à identidade, não pode atentar contra o pudor e não pode ser ridículo ou irreverente”.
A maioria das candidaturas bolsonaristas está dentro do PL, partido do ex-presidente e de Flávio. São 22 “Bolsonaros” concorrendo pela sigla. Grande parte deles é da família Bolsonaro ou de pessoas do círculo próximo clã, o que não tem problema pela lei eleitoral. Veja abaixo quem são e o cargo que disputam:
- Flávio Bolsonaro (PL) – filho de Jair e candidato à Presidência da República;
- Michelle Bolsonaro (PL) – mulher de Jair e candidata ao Senado pelo DF;
- Carlos Bolsonaro (PL) – filho de Jair e candidato ao Senado por Santa Catarina;
- Jair Renan Bolsonaro (PL) – filho de Jair e candidato a deputado federal por SC;
- Renato Bolsonaro (PL) – irmão de Jair e candidato a deputado federal por São Paulo;
- Valéria Bolsonaro (PL) – prima distante de Jair e candidata a deputada estadual por SP;
- Rogéria Bolsonaro (PL) – ex-mulher de Jair e mãe de Flávio, Carlos e Eduardo — candidata a deputada federal pelo RJ;
- Marcelo Bolsonaro (PL) – primo de Jair e candidato a deputado estadual por SP.
Outros nomes não são da família, mas integram o círculo mais próximo de Bolsonaro. São os casos de Hélio Lopes, que se colocou como Hélio Bolsonaro (PL) para concorrer ao Senado por Roraima; o capitão Mosart Bolsonaro (PL), ex-assessor do ex-presidente, que disputará vaga como deputado estadual em São Paulo; e Bruno Bolsonaro Scheid (PL), pecuarista escolhido pelo ex-presidente como candidato a senador por Rondônia.
Tem ainda o caso de Renata Bolsonaro (Agir). Apesar do mesmo sobrenome, a candidata a vice-governadora do Distrito Federal não tem nenhum parentesco com a família.
noticia por : UOL