Pochettino minimiza 'maldição' dos EUA contra seleções europeias

Muitas dessas derrotas ocorreram contra seleções de elite, já que os Estados Unidos, classificados automaticamente por serem um dos países-sede da Copa do Mundo, optaram por uma estratégia de disputar amistosos contra adversários de alto nível.

A preparação parece ter rendido frutos até agora. Os anfitriões tiveram um início avassalador no torneio, com vitórias contundentes sobre Paraguai e Austrália, antes de perderem a última partida da fase de grupos, que não valia mais nada, para a Turquia, atuando com uma escalação bastante modificada.

Os Estados Unidos também ganharam um reforço com o retorno em plena forma física do astro do ataque Christian Pulisic, que saiu do banco de reservas contra a Turquia na semana passada e está à disposição para começar a partida como titular.

A seleção ocupa a 46ª posição, à frente da Bósnia, no ranking mais recente da Fifa. Os bósnios chegaram à fase de mata-mata da Copa do Mundo pela primeira vez em sua história ao terminarem em terceiro lugar no Grupo B, após vencerem o Catar.

No entanto, Pochettino descartou a ideia de que sua equipe esteja sob pressão para vencer: “Antes de tudo, não acho que sejamos os favoritos. Temos de ter cuidado ao dizer: ‘Certo, um time é o favorito e o outro não'”, observando as eliminações de Alemanha e Países Baixos para adversários com classificação inferior (Paraguai e Marrocos) e a vitória apertada do Brasil sobre o Japão.

“Entendo que, talvez por sermos os Estados Unidos e sediarmos a Copa do Mundo, provavelmente tenhamos a torcida a nosso favor… mas devemos mostrar respeito absoluto” pela Bósnia, acrescentou Pochettino.

noticia por : UOL

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