Péricles revive clássicos do pagode na Virada Cultural em São Paulo neste sábado

Veterano de mais de dez edições da Virada Cultural, Péricles subiu ao palco Anhangabaú na noite deste sábado (23) e entregou um espetáculo que transitou entre a nostalgia do pagode dos anos 1990 e os sucessos de sua carreira solo. O cantor se apresentou logo após a escola de samba Mocidade Alegre e abriu o show de uma hora e meia com “Melhor Eu Ir”.

O repertório mergulhou fundo no catálogo do Exaltasamba, grupo que projetou Péricles nacionalmente. “Me Apaixonei pela Pessoa Errada”, “Telegrama”, “Mega Star” e “Louca Paixão” arrancaram coros do público.

Péricles fez questão de celebrar a música brasileira em várias frentes. Ao lado de Marcio Cruz, interpretou “Lilás”, de Djavan, em homenagem aos 51 anos de carreira do compositor alagoano. Juju Lopes dividiu o microfone com o cantor em “Água de Chuva no Mar”, clássico eternizado por Beth Carvalho. Já Cleiton Tristão participou de uma versão de “Envolvidão”, de Rael.

A nova parceria com Ferrugem apareceu na execução de “Foguete”. Para encerrar, o cantor emendou varias músicas que passaram por pérolas de diferentes gerações do samba e pagode: “O Show Tem Que Continuar”, do Fundo de Quintal, “Bagaço da Laranja”, de Zeca Pagodinho, “Tá Escrito”, do Grupo Revelação, e “Clareou”, de Diogo Nogueira.

O próprio repertório solo não ficou de fora, com “Final de Tarde e Até Que Durou”, um de seus maiores sucessos. Péricles ainda incluiu a canção “Stand by Me”, clássico de Ben E. King, antes de fechar a noite com “Se Me Leva, Eu Vou”, de Tim Maia.

noticia por : UOL

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