Datafolha: Lavoisier, Fleury e Delboni dividem título de melhor laboratório de SP

A rotina de um laboratório exige equilibrar perfis muito diferentes de atendimento. Quem tem pressa para realizar um exame de sangue rápido antes do trabalho divide a recepção com quem vai realizar procedimentos mais demorados, que exigem diferentes preparos.

Essa dinâmica obriga o setor a adaptar o serviço para reduzir o estresse e oferecer conforto, não importa a situação vivida ali.

No levantamento deste ano do Datafolha, o reconhecimento pelas práticas de acolhimento e inovação levou Lavoisier, Fleury e Delboni a dividirem a liderança da categoria.

Entre o público das classes A e B, o Lavoisier alcançou 17% das menções espontâneas, seguido pelo Fleury, com 16%, e pelo Delboni, com 14%. O triplo empate técnico no topo ocorre devido à margem de erro da pesquisa.

O histórico do levantamento reforça o grau de exigência do segmento: o Lavoisier acumula 12 vitórias em 12 edições, o Fleury soma 7 conquistas, e o Delboni aparece com 2.

“Temos que ter uma sensibilidade para conseguir adaptar a forma com que a gente vai lidar com essas pessoas, para que no final seja a melhor experiência possível para cada um”, afirma João Paulo Maramaldo, diretor de Negócios e Operações do Grupo Fleury.

O acolhimento ganha reforço na infraestrutura. O Fleury instalou aceleradores de imagem nas máquinas de ressonância magnética, o que diminuiu o tempo do paciente dentro do aparelho e traz conforto imediato para quem tem fobia de espaços fechados. Além disso, usa inteligência artificial para fornecer laudos nítidos aos médicos.

Os algoritmos também mudaram a rotina da rede Dasa, dona das marcas Lavoisier e Delboni. Metade dos equipamentos de imagem das unidades já funciona com inteligência artificial para acelerar os diagnósticos.

A empresa adotou, por exemplo, a urocultura expressa, teste que libera o resultado preliminar de uma infecção urinária em cerca de 45 minutos, derrubando a espera antiga de até 24 horas.

A economia de tempo altera até a arquitetura das unidades. A rede criou núcleos integrados para evitar que o paciente caminhe por diferentes setores para realizar múltiplos procedimentos. O formato originou ambientes exclusivos, como o Espaço da Mulher e a Sala Azul, voltada a pessoas com transtorno do espectro autista.

“Reunimos em um mesmo ambiente diferentes exames, especialistas e protocolos, o que traz mais previsibilidade para quem já está em um momento de maior sensibilidade”, diz Fernanda Fares, diretora de operações e negócios da Dasa.

Para os próximos anos, a automação guia a busca por exames menos invasivos. A Dasa testa a biópsia líquida para detectar alterações genéticas silenciosas, enquanto o Fleury foca no rastreamento contínuo para frear a progressão de doenças crônicas.


LAVOISIER

  • 17% é o total de menções
  • 12 é o número de vitórias na categoria



O nosso diferencial está na capacidade de transformar escala em uma experiência de cuidado realmente personalizada. Isso se traduz em uma jornada fluida, do agendamento à entrega dos resultados, combinando tecnologia com proximidade humana.

FLEURY

  • 16% é o total de menções
  • 7 é o número de vitórias na categoria



Temos que ter uma sensibilidade para conseguir adaptar a forma com que a gente vai lidar com essas pessoas, para que no final seja a melhor experiência possível para cada um.

DELBONI

  • 14% é o total de menções
  • 2 é o número de vitórias na categoria

noticia por : UOL

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