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Movimentação agressiva na reta final da janela partidária deixa MDB para trás e extingue presença de siglas tradicionais como o PSB no Legislativo.
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Movimentação agressiva na reta final da janela partidária deixa MDB para trás e extingue presença de siglas tradicionais como o PSB no Legislativo.
DO REPÓRTERMT
O encerramento do prazo para a troca de partidos reconfigurou as forças políticas dentro da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). O grande protagonista deste ciclo foi o Republicanos, que alcançou o posto de maior bancada da Casa com a entrada do deputado estadual Paulo Araújo.
A movimentação, concretizada nos momentos finais da janela, foi considerada o “pilar” para a consolidação de um grupo altamente competitivo, apelidado nos bastidores de “chapa da morte” devido ao alto potencial de votos dos seus integrantes.
Agora, o Republicanos soma cinco representantes: Paulo Araújo, Nininho, Valmir Moretto, Diego Guimarães e Dr. Eugênio. Com isso, o partido ultrapassa o MDB (Movimento Democrático Brasileiro), que tradicionalmente detinha a maior influência e agora figura na segunda posição com quatro parlamentares: Dr. João, Thiago Silva, Eduardo Botelho e Janaina Riva.
O novo mapa político da ALMT reflete uma tendência de fragmentação, embora o campo governista e conservador mantenha o domínio absoluto. Outras legendas também se reorganizaram:
Podemos: Ascendeu para três cadeiras com Max Russi, Fabinho Tardin e Beto Dois a Um.
União-Progressistas (Federação): Segue com três nomes (Dilmar Dal Bosco, Júlio Campos e Sebastião Rezende).
PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira): Mantém três vagas com Carlos Avallone, Juca do Guaraná e Chico Guarnieri.
PT (Partido dos Trabalhadores) e PL (Partido Liberal): Seguem com dois representantes cada.
PSD (Partido Social Democrático) e Novo: Encerram o período com um deputado cada.
FONTE : ReporterMT

