Gakiya negou semiaberto para 'preso poeta' envolvido em morte de delegado

Para o DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), há fortes indícios de que Jaguar estava no Toyota Hilux ocupado pelos atiradores. O suspeito se entregou à polícia no último sábado e deve ser ouvido ainda hoje por videoconferência em uma unidade prisional em São Vicente (SP).

Liberdade condicional

Jaguar estava em liberdade havia um ano e meio. Em 15 de março de 2024, após ser submetido a vários exames criminológicos, o preso foi beneficiado com o livramento condicional e deixou a Penitenciária 1 de Mirandópolis (SP), um forte reduto do PCC, pela porta da frente.

A promotoria das Execuções de Araçatuba (SP) e o Deecrim 2 (Departamento Estadual das Execuções Criminais), da mesma comarca, entenderam que o condenado cumpria todos os requisitos para ser colocado em liberdade.

Porém, sete anos e meio antes de ganhar a rua, em setembro de 2017, quando estava na Penitenciária de Presidente Bernardes, o preso entrou na Justiça pedindo a progressão para o semiaberto.

O promotor Lincoln Gakiya, que há duas décadas investiga o PCC, negou o pedido e observou que o sentenciado era autor de crimes hediondos e tinha longa pena a cumprir.

noticia por : UOL

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