– Hepatite C: Transmitida pelo contato com sangue contaminado, muitas vezes por meio do compartilhamento de objetos perfurocortantes. Não existe vacina para a hepatite C.
– Hepatite D: Só ocorre quando a pessoa já tem o vírus da hepatite B. A transmissão acontece a partir do contato com sangue contaminado e, em menor proporção, por fluidos corporais. Não há vacina específica para a doença.
– Hepatite E: É o tipo mais raro no Brasil. A transmissão ocorre por meio de água ou alimentos contaminados e em locais com saneamento precário. Também pode ocorrer por contato com sangue contaminado e por transmissão vertical (de mãe para filho).
Ao longo dos últimos 24 anos, foram 826.292 casos no País, segundo o governo. A maior prevalência é do tipo C, com 342.328 casos (41,5% do total). Em seguida, aparecem a hepatite B, com 302.351 casos (36,6%); a hepatite A, com 174.977 (21,2%); a hepatite D, com 4.722 (0,6%), e a hepatite E, com 1.914 (0,1%).
Entre 2014 e 2024, diz o boletim, as taxas de detecção de hepatite B no Brasil caíram 34,6%, passando de 8,1 para 5,3 casos a cada 100 mil habitantes. Mais da metade dos casos da doença são transmitidos sexualmente, mas ainda há contaminação pelo compartilhamento de objetos e casos de transmissão de mãe para filho.
“Assim como comemoramos um mês atrás termos eliminado a transmissão vertical pelo HIV, que a gente consiga eliminar a transmissão vertical da hepatite B”, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, no evento de divulgação dos dados.
noticia por : UOL
