A empresa afirmou que nunca teve qualquer relação com o país persa e que só tem autorização para produzir urânio para fins pacíficos (produção de energia elétrica, usos na medicina, na agricultura e na preservação de obras de arte). A nota diz ainda que todos os processos conduzidos pela INB estão submetidos a órgãos de controle, como a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), ligada à ONU, a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) e o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).
noticia por : UOL
