Já o escritor americano Robert Isenberg avalia que a visão de Stevens começou a mudar ao longo da viagem. “Ele fala, claro, a partir de uma perspectiva cultural rígida. Usa essa régua típica da era vitoriana”, disse Isenberg. “Mas, quando chega ao Taj Mahal e o admira de verdade, fica tão impressionado com a arquitetura e a arte que, pela primeira vez, não o compara a nada. Ele simplesmente fica hipnotizado.”
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Fonte: G1
